Jogos do ENEM

Posted: November 1, 2016 by Vitor C. in Uncategorized

Pessoal,

Ao invés de fazer o Perfil Histórico, que daria mais trabalho, vamos fazer uma dinâmica com questões do ENEM — estilo “Jogos Vorazes”.

Abraço. 😉

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Análise do filme “A Missão”

Posted: October 8, 2015 by Vitor C. in Uncategorized

Para os alunos que tiverem interesse de adiantar a atividade sobre o filme A Missão, basta clicar na imagem abaixo para baixar o arquivo. É isso aí.

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Adorei esse vídeo sobre Roma Antiga, é um resumo muito fácil da matéria que vamos estudar nas turmas de 1º Ano.

http://ler.vc/sc8q6h

Não deixem de assistir!

Cronograma de atividades

Posted: September 10, 2014 by Vitor C. in Documentos
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A disciplina de História agora vai contar com um Cronograma organizado das nossas aulas. O objetivo é oferecer ao aluno uma perspectiva do que vai acontecer ao longo do trimestre e possibilitar um melhor acompanhamento das nossas tarefas.

Evidentemente, o cronograma é uma previsão e pode sofrer alterações ao longo do caminho. Ele é, contudo, um guia para que a gente não se perca. Você pode imprimir ou acompanhar pelo seu computador ou celular e sempre ficar por dentro do que vai acontecer nas próximas aulas.

Devido ao problema que tivemos com as chuvas no fim do ano passado, nem todos os alunos possuem o livro didático para acompanhar as aulas, mas vamos procurar atender a todos da melhor maneira possível.

Clicando nos links abaixo, você pode baixar o Cronograma da sua turma.

Cronograma 1º Ano.
Cronograma 2º Ano.
Cronograma 3º Ano Matutino.
Cronograma 3º Ano Vespertino.
Cronograma 3º Ano Noturno.

Monitoria de História

Posted: September 9, 2014 by Vitor C. in Documentos
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Pessoal,

Vamos começar no Terceiro Trimestre um projeto experimental de monitoria com os alunos de História. Apesar de a Biblioteca da escola ter sofrido perdas enormes na enchente do ano passado, o que diminui nossas opções, coloquei meus livros à disposição para iniciarmos o projeto.

Clicando na imagem abaixo, você pode baixar o projeto e se inteirar das condições. A ideia é estabelecer um aprendizado colaborativo, em que nós possamos atuar juntos e aprender em parceria. Alguns alunos já demonstraram interesse nas aulas. Outros podem entrar em contato comigo pelo e-mail que passei na sala, ou mesmo comentando este post. Espero que a gente consiga sucesso nesse novo projeto.

Já deixei disponíveis as opções de leitura para os monitores. Como sabem, uma das obrigações do monitor é ler um ou mais livros por trimestre, totalizando no  máximo 100 páginas. Quando possível, eu deixei duas ou três opções de leitura.

Abraço.

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No processo de independência do Brasil, a Inglaterra surgiu como potência privilegiada, obrigando o novo país a aceitar os acordos que haviam sido firmados anteriormente com Portugal. Em busca de reconhecimento internacional, nosso governo se submeteu economicamente aos ingleses, o que limitou sua soberania e criou obstáculos ao nosso desenvolvimento. Celso Furtado, economista brasileiro que participou da elaboração do Plano de Metas do governo Juscelino Kubitschek  e criou a SUDENE, escreveu brevemente sobre o assunto em seu livro clássico Formação Econômica do Brasil. É uma leitura fundamental.

A forma peculiar como se processou a independência da América portuguesa teve consequências fundamentais no seu subsequente desenvolvimento. Transferindo-se o governo português para o Brasil sob a proteção inglesa e operando-se a independência da colônia sem descontinuidade na chefia do governo, os privilégios econômicos de que se beneficiava a Inglaterra em Portugal passaram automaticamente para o Brasil independente. Com efeito, se bem haja conseguido separar-se de Portugal em 1822, o Brasil necessitou vários decênios mais para eliminar a tutela que, graças a sólidos acordos internacionais, mantinha sobre ele a Inglaterra. Esses acordos foram firmados em momentos difíceis e constituíam, na tradição das relações luso-inglesas, pagamentos em privilégios econômicos de importantes favores políticos. Os acordos de 1810 foram firmados contra a garantia da Inglaterra de que nenhum governo imposto por Napoleão em Portugal seria reconhecido. Por eles se transferiam para o Brasil todos os privilégios de que gozavam os ingleses em Portugal – inclusive os de extraterritorialidade – e se lhes reconhecia demais uma tarifa preferencial. Tudo indica que negociando esses acordos o governo português tinha estritamente em vista a continuidade da casa reinante em Portugal, enquanto os ingleses se preocupavam em firmar-se definitivamente na colônia, cujas perspectivas comerciais eram bem mais promissoras que as de Portugal.

A Independência, se do ponto de vista militar constituiu uma operação simples, do ponto de vista diplomático exigiu um grande esforço. Portugal tinha em mãos uma carta de alto valor: sua dependência política da Inglaterra. Se se interpretasse a independência do Brasil como um ato de agressão a Portugal, a Inglaterra estava obrigada a vir em socorro de seu aliado agredido. As démarches feitas em Londres nesse sentido pelo governo lusitano foram infrutíferas, pois, para os ingleses, restabelecer o entreposto português seria obviamente mau negócio. O que importava era garantir junto ao novo governo brasileiro a continuidade dos privilégios conseguidos sobre a colônia. Assim, de uma posição excepcionalmente forte, pôde o governo inglês negociar o reconhecimento da independência da América portuguesa. Pelo tratado de 1827, o governo brasileiro reconheceu à Inglaterra a situação de potência privilegiada, autolimitando sua própria soberania no campo econômico.

A primeira metade do século XIX constitui um período de transição durante o qual se consolidou a integridade territorial e se firmou a independência política. Os privilégios concedidos à Inglaterra criaram sérias dificuldades econômicas […]. Essas dificuldades econômicas, por um lado, reduziam a capacidade de ação do poder central e, por outro, devido ao descontentamento, criavam focos de desagregação territorial.

FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil. 32ª Ed. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 2005. p. 46-48.

Os alunos do 1º Ano, que estão estudando a Antiguidade Oriental, podem complementar os estudos assistindo alguns vídeos no YouTube. A série Grandes Civilizações traz episódios sobre os Povos da Mesopotâmia (exibidos em sala), os Persas e os Hebreus. Além disso, você pode assistir às aulas do Novo Telecurso, todas disponíveis e ver como outros professores tratam desse assunto, pesquisando diversas vídeo-aulas. Aproveitar bem os recursos da internet pode ser um grande passo para sua independência intelectual!

1. Grandes Civilizações:  Mesopotâmia.

2. Grandes Civilizações: Os Persas.

3. Teleaula n. 6: Fenícios e Hebreus.

4. Vídeo-aula, Prof. Rodolfo Neves: Antiguidade Oriental.