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Após um longo e tenebroso inverno, finalmente um material de apoio para as turmas de Segundo Ano. Trata-se da segunda parte da nossa matéria sobre a Formação Territorial do Brasil, quando vamos abordar o papel dos bandeirantes paulistas nesse processo. De quebra, a matéria é praticamente a introdução para o nosso próximo conteúdo: a mineração na América portuguesa. Para baixar o texto de apoio, é só clicar na imagem abaixo. E atenção aos links sugeridos! Eles são essenciais para complementar seus estudos.

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Links sugeridos.

Sobre os bandeirantes:
1. Revista de História da Biblioteca Nacional. Mito mutante.
2. Revista de História da Biblioteca Nacional. Dossiê Bandeirantes.
3. UOL Educação. Bandeirantes: heróis ou vilões?
4. HistóriAtiva net. O bandeirante Fernão Dias (esse texto serve de exemplo da perspectiva do bandeirante como herói).

Sobre a destruição do Quilombo de Palmares:
1. História Brasileira. Guerra dos Palmares.
2. Comissão Pró-Índio de São Paulo. A resistência no Quilombo de Palmares.
3. Educacional. A destruição de Palmares.

Sobre a resistência indígena no Brasil Colonial
1. História Net. Resistência indígena.
2. IFCH UNICAMP. Resistência indígena à colonização cristã.
3. A noção de “guerra justa” no Brasil Colônia.

Atualidade sobre a destruição das comunidades indígenas:
1. Carta Capital. A nova “guerra justa” aos índios.

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Almanaque.

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Quando li essa curiosidade da seção Almanaque na Revista de História da Biblioteca Nacional logo lembrei dos meus alunos do 2º Ano, que acabaram de estudar sobre a União Ibérica e a Restauração Portuguesa. Muito interessante.

A independência do reino de Portugal em relação à Espanha foi recebida com alegria por muitos lusitanos em 1640, quando chegou ao fim a União Ibérica. Mas, segundo a lenda, deixou uma nuvem sinistra pairando sobre a nova dinastia, a de Bragança. Conta-se que o novo rei, D. João IV, desferiu chutes em um frade franciscano que lhe havia pedido esmolas — o religioso, em resposta, lançou uma maldição: todos os primogênitos da família morreriam antes de assumir o trono. O fato é que quase todos os homens primogênitos da casa de Bragança morreram nestas circunstâncias, até o fim da monarquia no Brasil (em 1889) e em Portugal (em 1910). Apenas dois escaparam: D. Pedro V, que assumiu o trono português em 1853, morrendo oito anos depois e passando o trono para o irmão; e D. Carlos I, também em Portugal, que virou rei em 1889 e foi assassinado (junto com seu primogênito) em 1908. No Brasil, os primogênitos da Casa Imperial foram enterrados no convento dos franciscanos, supostamente como uma forma de aplacar a maldição.

Clicando na imagem abaixo, você faz do download da primeira parte da nossa matéria sobre Formação do Território Brasileiro.

Bons estudos!

Formação do Território Brasileiro

Pessoal, preparei um pequeno texto de apoio para nossas aulas de invasões holandesas. Basta clicar na imagem abaixo para baixar e começar os estudos.

Abraço.

Invasões Holandesas