Posts Tagged ‘História Geral’

Com o falecimento de Nelson Mandela em dezembro passado, o líder sul-africano ganhou as manchetes dos jornais de todo o mundo. Nossa presidenta, Dilma Rousseff foi uma das que discursou em seu velório (YouTube). Mandela foi um dos principais responsáveis pelo fim do Apartheid (Globo Educação), sistema de segregação racial ora instalado no país (Carta Capital). Ainda hoje, 20 anos após do fim da segregação oficial, o país ainda sofre as consequências dessa época terrível (Carta na Escola). Para contemplar essa atualidade, preparei um material especial sobre a dominação imperialista da África do Sul. Baixando o material abaixo, você pode entender melhor como se formou o sistema de segregação racial que oprimiu por décadas os sul-africanos.

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A partilha imperialista da África é um dos temas mais relevantes da atualidade, uma vez que se discute muito o desenvolvimento do continente africano e suas perspectivas. Acontecimentos recentes, como a guerra no Congo (leia na Carta Capital e na Carta na Escola), têm relação direta com a exploração sofrida pelo continente nos séculos passados (que se estende até hoje?). Clicando abaixo, você baixa o material de apoio desta aula. Abraço e bons estudos.

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Feiúra é de quem vê

A Revista de História da Biblioteca Nacional publicou este interessante trecho mostrando a indignação de Arthur de Gobineau, um dos principais teóricos racialistas do século XIX com a miscigenação da população brasileira. Bom para refletir! =)

O racismo ‘científico’ do século XIX nublava os olhares das elites brancas europeias quando estas tentavam descrever outras populações, inclusive a brasileira. É o que revela um escrito do conde de Gobineau (1816-1882), diplomata e um dos principais teóricos racistas. O pensador francês, que foi amigo de D. Pedro II – apesar das suas opiniões opostas –, esteve no Brasil entre 1869 e 1870 e ficou chocado com a miscigenação do nosso povo: ‘A população é mulata, com sangue viciado, espírito viciado e feia de meter medo. (…) os resultados [da mistura de brancos, negros e índios] são compleições raquíticas que, se nem sempre repugnantes, são sempre desagradáveis aos olhos’. Gobineau não podia imaginar que, décadas depois do seu infeliz julgamento, a miscigenação seria reconhecida como um dos nossos grandes patrimônios – e que a beleza brasileira ganharia o mundo”.

Já está disponível a primeira parte da nossa matéria de Imperialismo. Espero que gostem.

Bons estudos!

Imperialismo pt. 1