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Adorei esse vídeo sobre Roma Antiga, é um resumo muito fácil da matéria que vamos estudar nas turmas de 1º Ano.

http://ler.vc/sc8q6h

Não deixem de assistir!

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Os alunos do 1º Ano, que estão estudando a Antiguidade Oriental, podem complementar os estudos assistindo alguns vídeos no YouTube. A série Grandes Civilizações traz episódios sobre os Povos da Mesopotâmia (exibidos em sala), os Persas e os Hebreus. Além disso, você pode assistir às aulas do Novo Telecurso, todas disponíveis e ver como outros professores tratam desse assunto, pesquisando diversas vídeo-aulas. Aproveitar bem os recursos da internet pode ser um grande passo para sua independência intelectual!

1. Grandes Civilizações:  Mesopotâmia.

2. Grandes Civilizações: Os Persas.

3. Teleaula n. 6: Fenícios e Hebreus.

4. Vídeo-aula, Prof. Rodolfo Neves: Antiguidade Oriental.

IPEA   CorCultura

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA – lançou, no fim do ano passado, um relatório impressionante sobre a violência contra os negros no Brasil. Mais uma vez, a pesquisa mostra que o racismo não pode ser esquecido entre os fatores que levam à morte violenta de negros em nosso país. Diferente do que acostumamos a pensar, não somos um país miscigenado, uma democracia racial, onde não há desigualdade e preconceito. O racismo velado do brasileiro, mal escondido em piadinhas nada inocentes como a do Faustão, cria obstáculos ao acesso do negro no mercado de trabalho e à escola, além de reduzir sua expectativa de vida. Valorizar os cidadãos negros brasileiros é um trabalho de todos os dias. Abaixo, assista o vídeo de A Cor da Cultura e leia trechos de reportagem sobre a pesquisa do IPEA.

1. Joaquim Barbosa representa Luiz Gama na série Heróis de Todo Mundo.

2. IPEA. Pesquisa apresenta dados sobre violência contra negros

O estudo […] analisou ainda em que medida as diferenças nos índices de mortes violentas podem estar relacionadas a disparidades econômicas, demográficas, e ao racismo. De acordo com os autores, “o componente de racismo não pode ser rejeitado para explicar o diferencial de vitimização por homicídios entre homens negros e não negros no país”.

Considerando apenas o universo dos indivíduos que sofreram morte violenta no país entre 1996 e 2010, constatou-se que, para além das características socioeconômicas – como escolaridade, gênero, idade e estado civil –, a cor da pele da vítima, quando preta ou parda, faz aumentar a probabilidade do mesmo ter sofrido homicídio em cerca de oito pontos percentuais.

Novamente Alagoas é o local onde a diferença entre negros e não negros é mais acentuada – a taxa de homicídio para população negra atingiu, em 2010, 80 a cada 100 mil indivíduos. No estado, morrem assassinados 17,4 negros para cada vítima de outra cor. Espírito Santo e Paraíba também são destaques negativos no ranking elaborado pelo Ipea, com, respectivamente, 65 e 60 homicídios de negros a cada 100 mil habitantes (no Espírito Santo os assassinatos diminuem a expectativa de vida dos homens negros em 2,97 anos; na Paraíba, em 2,81 anos).

O negro é duplamente discriminado no Brasil, por sua situação socioeconômica e por sua cor de pele. Tais discriminações combinadas podem explicar a maior prevalência de homicídios de negros vis-à-vis o resto da população”, afirma o documento.

Com o falecimento de Nelson Mandela em dezembro passado, o líder sul-africano ganhou as manchetes dos jornais de todo o mundo. Nossa presidenta, Dilma Rousseff foi uma das que discursou em seu velório (YouTube). Mandela foi um dos principais responsáveis pelo fim do Apartheid (Globo Educação), sistema de segregação racial ora instalado no país (Carta Capital). Ainda hoje, 20 anos após do fim da segregação oficial, o país ainda sofre as consequências dessa época terrível (Carta na Escola). Para contemplar essa atualidade, preparei um material especial sobre a dominação imperialista da África do Sul. Baixando o material abaixo, você pode entender melhor como se formou o sistema de segregação racial que oprimiu por décadas os sul-africanos.

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Quem leu o material sobre Formação Territorial do Brasil viu que a minissérie O Tempo e o Vento, segunda adaptação que a Rede Globo faz do livro de Érico Veríssimo, possui alguns pontos de contato com a nossa matéria.

Como estudamos, os jesuítas espanhóis estabeleceram um grande núcleo missionário, que ficou conhecido como Sete Povos das Missões, às margens do rio Uruguai. Tempos depois, o Tratado de Madri, entre Portugal e Espanha, passou a área de Sete Povos para o domínio português e determinou a retirada daquelas pessoas da região. O fato deu origem às Guerras Guaraníticas, célebre episódio da resistência indígena (e jesuíta, nesse caso) às determinações das metrópoles europeias.

Preparei um resumo do primeiro episódio, com ilustrações mostrando a vida nas missões e sua destruição pelas tropas luso-espanholas. Bons estudos!

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Você pode assistir ao filme (exibido em setembro de 2013, pouco antes da adaptação para a televisão) no YouTube. As cenas que mais interessam para a matéria são as das Missões.

Algumas imagens da minissérie:

1. Celebração religiosa conduzida pelos missionários.

2. O trabalho dos indígenas era a fonte da sustentação da Missão.

O que é a Constituição Federal de que alguns professores tanto falam? Para quem ainda não descobriu, pesquisei um vídeo bastante simples no YouTube que explica de maneira bem fácil o que é a tal Constituição. Também vale a pena ler o texto curtinho do site Sua Pesquisa, clicando aqui.

Comecei a exibir hoje na escola esses vídeos sobre a Pré-História do Brasil. Quem ainda não viu ou quem quer ver de novo pode assistir direto no YouTube. É muito legal.

1. Bom dia Brasil, Rede Globo Ossadas de animais gigantescos são descobertas no sertão do Piauí.

2. Jornal do SBT. Fóssil de preguiça gigante é encontrado em Maravilha, Alagoas.

3. Caminhos da Reportagem, TV Brasil. Serra da Capivara e Serra das Confusões.